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O segredo do fogo



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Era uma vez uma aldeia na selva, numa terra muito distante.

Os seus habitantes adoravam o Sol porque, embora fossem muito primitivos, tinham consciência de que o astro-rei era a vida.

Dava-lhes calor e permitia-lhes ver todos os perigos que os ameaçavam, coisa que não acontecia quando vinha a noite.

Os homens dessa aldeia eram mais pequenos e mais fracos que os animais ferozes mas, como eram mais inteligentes, aprenderam que as pedras pontiagudas podiam rasgar a carne, que nas cascas vazias dos cocos podiam beber água, que as peles dos animais protegiam do frio e que as flores eram uma oferta da deusa da Terra.

Compreenderam também que a chuva lhes matava a sede e alimentava as árvores que, mais tarde ou mais cedo, lhes dariam sombra e a possibilidade de se abrigar dos animais, subindo aos seus altos ramos.

A linguagem destes homens primitivos ainda não eslava muito desenvolvida pelo que, na continuação desta história, porei os seus diálogos com legendas:

Uga. uga. uga. uga, uga. uh, Ju! – O que quer dizer, mais ou menos, que o chefe da tribo estava farto de comer carne crua.

Todos os participantes da refeição batiam com os pés no chão da gruta, querendo com isso dizer que estavam de acordo… mas o tempo passava e parecia não haver solução.

Um dia, uma tempestade de Verão irrompeu pelo povoado sem pedir autorização:

Barrabuuunnnntaaa! – Disse o trovão ao chegar.

Os habitantes do lugar, temendo que a caverna se desmoronasse, saíram, a correr, da gruta.

A selva estava carregada de electricidade e, a seguir ao ruidoso trovão, veio logo um relâmpago, que caiu no meio de uma árvore, fulminante, incendiando-a.

O mais corajoso da tribo correu a atacar com um pau aquele estranho animal de línguas vermelhas e amarelas.

Porém, o animal, em vez de morrer, mudou-se para o pau.

O homem assustou-se e começou a atirar-lhe com terra.

O fogo apagou-se.

Não parecia tão feroz assim.

Repetiu a operação e levou o pau incendiado para a caverna, para o estudar.

Todos os outros o seguiram em silêncio.

O curioso começou a alimentar o fogo com tudo o que tinha à mão.

Atirou-lhe com ervas secas e o fogo aumentou.

Deitou-lhe um bocado de couro velho e o fogo consumiu-o; atirou água e este quase se apagava.

Todos os presentes se animaram a alimentar esta curiosa criatura; um deles pôs lá o dedo e comprovou que aquilo provocava grande dor, queimava.

Até que una menina, desejosa de experimentar, lhe lançou o seu melhor brinquedo: um sapo.

O fogo parecia agradecido e, para retribuir a generosidade da menina, devolveu-lhe um saboroso odor a sapo assado.

O chefe da tribo não cabia em si de contente.

Finalmente, deixaria de comer carne crua!

Poderiam aquecer-se de noite e ver os perigos que os rodeavam.

Haviam encontrado uma arma tão poderosa como o Sol e aquilo só poderia ser… magia…

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